quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Conhecendo o navio de cruzeiro Allure of the Seas (video) - o maior do mundo

Considerado o maior navio de mundo, trata-se, na verdade, de uma verdadeira "cidade" em alto mar com diversas opções de entretenimento. O Allure of the Seas foi lançado em 2010 como sendo o maior cruzeiro do mundo. Ele é 5 centímetros mais alto do que seu irmao, o Oasis of the Seas. Até 5400 passageiros encontram em seus 18 decks espaço suficiente para tomar sol, praticar esportes ou apenas relaxar. Junto com seu irmao, o Allure pertence a nova classe Oasis da Royal Caribbean International. Os acontecimentos ocorrem principalmente na Royal Promenade, o coração do navio. É local de encontro para o almoço ou um café, para ir às compras ou desfrutar de entretenimento da vida noturna. Você pode passear  no exuberante jardim, Central Park, que dá acesso ao calçadão, sendo a vitrine do navio, e termina no único teatro ao ar livre, o Aqua, o qual está pronto com shows de tirar o fôlego. Crianças, adolescentes e adultos vão se sentir da mesma maneira a bordo do Allure. Enquanto as crianças e os jovens brincam na espaçosa área para as crianças, os adultos têm a oportunidade de aproveitar a seção "Apenas para Adultos". Vinte e seis restaurantes estão disponíveis a bordo e oferecem algo para todos os gostos. Particularmente elegante é o imponente restaurante principal, que possui 3 andares. Mais individual são os restaurantes à la carte, onde você pode entrar em um ambiente descontraído e privado. O vídeo abaixo mostra diversos ambientes do navio com toda a sua grandiosidade.

Extravio de bagagens em um navio de cruzeiro

Não é comum ocorrer extravio de bagagens em cruzeiros apesar dessa possibilidade ser maior em portos mais movimentados.

Para se prevenir, leve uma bagagem de mão com itens importantes e etiquete sua bagagem com suas informações de contato.

No dia do embarque sua bagagem provavelmente só irá chegar a sua cabine à noite. Caso isso não ocorra vá à recepção do navio e registre uma queixa junto à companhia do navio.

A companhia tentará localizar a sua bagagem e entregá-la em um porto da escala em até 72 horas. Se ela não conseguir localizá-la, irá reembolsar-lhe com valores fixados pela companhia (informe-se antes de comprar sua viagem).

Caso você tenha feito seguro-viagem com cobertura para extravio de bagagem, entre em contato com a seguradora através do número de emergência que ela lhe forneceu.

Dá para viajar sozinho em um navio de cruzeiro?

O turismo mundial vem tendo um crescimento no número de viajantes desacompanhados. E isso não é diferentes nos cruzeiros marítimos, embora a maior parte dos passageiros ser de casais.

A realidade é que dá perfeitamente para viajar sozinho em um cruzeiro mas alguns aspectos devem ser levados em consideração:

Excursões nas escalas do navio de cruzeiro

Muitos passageiros ficam tão entretidos com as atrações oferecidas a bordo que não descem nas escalas do navio.

Se esse não é o seu caso, e você que conhecer também os destinos por onde o navio irá passar preparamos algumas dicas para lhe ajudar nessas excursões:

Excursões nas cidades de escala

Você não precisa se preocupara em chegar na cidade de escala e arranjar uma excursão. A bordo são vendidas excursões aos principais pontos turísticos da escala nos tour desks (balcões de exrcursões).

Não necessariamente o preço é o mais em conta e eles podem ser cobrados em dólar ou euro (dependendo de onde está sendo feito o cruzeiro) Mas, ao menos a segurança é maior.

É muito comum nas escalas os passageiros serem assediados por um grande número de vendedores oferecendo passeios e tours – com preços inferiores aos cobrados a bordo. Tenha prudência ao adquirir um deles.

Caso você se aventure sozinho na cidade da escala, não se esqueça que o navio fica parado pouco tempo – normalmente menos de um dia. Por isso tenha em mãos um roteiro pré-determinado e que seja possível ser cumprido dentro de tempo disponível. Na costa brasileira, por exemplo, as paradas em cidades como Rio de janeiro e Salvador costumam durar cerca de dez horas

E não se atrase na excursão: o navio irá zarpar no horário estabelecido, independente do hóspede estar ou não a bordo. Nesse caso, caberá a você encontrar uma forma de se deslocar para o próximo local de escala do navio para reembarcar no navio.

Gorjeta e taxa de serviço a bordo do navio de cruzeiro

Dar gorjeta é um aspecto que varia muito de navio para navio. É melhor se informar ao comprar o pacote do cruzeiro para evitar futuros constrangimentos. O constrangimento, no caso, pode ser ou de não dar a gorjeta quando ela é esperada ou dar quando ela já está inclusa no valor do pacote. Mas é certo que o tripulante jamais recusará sua gorjeta.

Nos cruzeiros super all-inclusive, por exemplo, até mesmos as gorjetas e bonificações estão incluídas no preço.

Você não precisa ficar com receio de ser mal atendido se não der gorjetas aos tripulantes. As companhias fazem muitos treinamentos com as tripulações e um dos principais pontos abordados é que a qualidade do serviço deve ser a mesma para todos os passageiros independente deles darem ou não gorjetas.

Caso você opte por dar gorjetas segue uma noção aproximada dos valores a serem oferecidos:

  • Carregadores de malas: um ou dois dólares por volume;
  • Camareiro: dois dólares por dia;
  • Garçom: de dois a cinco dólares por refeição, para cada casal
  • Salão de beleza, spa., etc.: dois a cinco dólares por serviço.

Diferença entre gorjeta e taxa de serviço

A gorjeta é uma decisão pessoal do passageiro é em alguns cruzeiros é até desencorajada.

Já a taxa de serviço é obrigatória, diária e é adicionada à tarifa do cruzeiro. Seu cálculo é feito por pessoa e por dia de cruzeiro. Em média o valor fica entre dez e vinte dólares por pessoa, por noite a bordo.

Outro ponto importante é que para todo consumo realizado a bordo, os navios cobram 15% a mais, referente à taxa de serviço.

Para não errar ao escolher um cruzeiro marítimo

Essas dicas são baseadas nas de Mari Campos , autora do Pequeno Livro de Cruzeiros, excelente leitura para quem pensa em fazer seu primeiro cruzeiro. Você pode encontrar um link para comprar o livro na Amazon brasileira, ao lado direito desse texto.

Entretenimentos a bordo de um navio de cruzeiro

Não há como dizer o que cada navio oferece de entretenimento pois as opções variam de companhia para companhia e até mesmo entre os tipos de navios.
O que podemos dizer é quais atrações estarão presente em todos os navios de cruzeiros marítimos.
Independente de quais atrações forem oferecidas, todas elas constaram no jornal de bordo, que é deixado diariamente em todas as companhias.

Celulares e telefones funcionam a bordo de um navio de cruzeiro?

Todas as cabines tem telefone que pode ser usado para se comunicar com outras cabines ou com números de fora do navio.

Além disso, no cybercafe do navio existem outros telefones disponíveis.

Seu celular funcionará se sua operadora tiver acordo de roaming intenacional com a empresa do navio.

Enfim se comunicar a bordo não é o problema e sim o custo que é muito mais elevado do que em terra.

Uma alternativa que é adotada por muitos grupos (famílias, colegas, etc..) viajando junto é levar walkie-talkies no cruzeiro.

Qual o idioma a bordo do navio de cruzeiro? Não falo inglês...

A língua oficial do navio dependerá da nacionalidade do navio de cruzeiro. E não há companhias de cruzeiros brasileiras. A tripulação é composta por pessoas de diferentes nacionalidades. Bem, não se desespere...

O inglês é falado pelos tripulantes de todos os navios e vários falam, também, espanhol. E, caso você não fale nenhuma das duas línguas acima, os tripulantes tem uma enorme boa vontade em entender e falar o básico de português. Em cruzeiros ao longo da costa brasileira em geral grande parte da tripulação é composta de brasileiros.

Mas tenha em mente, independente do roteiro escolhido, que você fará grande parte dos pedidos e solicitações de informações em outro idioma - normalmente o inglês - e não tenha vergonha de fazer mímicas quando não conhecer a palavra apropriada.

Ao invés de encarar as diferentes línguas a bordo como uma barreira, procure aproveitar tal diversidade para aperfeiçoar sua bagagem cultural e visão do mundo.

Pagamentos a bordo dos navios de cruzeiro

Quando os navios se afastam da costa brasileira, eles passam a navegar em águas consideradas internacionais. Por isso os pagamentos costumam ser feitos na moeda do país a que pertence a companhia dona do navio. O mais provável é que você encontre navios cobrando em euros e dólares mas alguns navios operando na costa brasileira podem aceitar pagamentos em reais. Não deixe de verificar essa informação antes de embarcar.

O ideal é que você leve dólares ou euros em espécie e cartões de crédito internacionais.

Se você pretende apenas pagar em espécie, grande parte das companhias solicita um depósito de valor pré-determinado, que ao fim do cruzeiro é devolvido, caso haja sobra de dinheiro e, se esse não for o caso, o débito pendente deve ser pago antes do desembarque.

Já no caso de pagar com cartão de crédito, no momento do embarque é solicitado o número do cartão. Ao fim do cruzeiro é solicitado a assinatura da fatura com os gastos da viagem, que serão debitados no cartão.

Evite fazer câmbio de dinheiro a bordo: normalmente as taxas não são nada vantajosas.

Como evitar tonturas e enjoos em um cruzeiro marítimo

Essa costuma ser uma das maiores preocupações das pessoas que embarcam em um cruzeiro marítimo, especialmente os "marinheiros de primeira viagem"! Não é por acaso que a palavra náusea tenha raiz na palavra nau, que tem o mesmo significado de navio Os navios balançam isso é um fato. Mas hoje em dia os navios de cruzeiro possuem vários estabilizadores para diminuir a sensação de balanço.Atualmente só as pessoas mais sensíveis ficam enjoadas a bordo. Se esse for o seu caso, seguem alguma dicas que podem lhe ajudar muito:

O que levar nas malas em um cruzeiro marítimo

Fazer as malas para levar para o cruzeiro marítimo não é um bicho de sete cabeças mas requer que você leve em consideração alguns detalhes que, normalmente, não ocorrem em outras viagens.

É comum (e até mesmo necessário) levar mais roupas do que em uma viagem de mesma duração com hospedagem em hotel. Isso porque os navios de cruzeiro requerem roupas de banho e leves para o dia a dia a bordo, traje formal para as noites de gala, traje social para o período noturno, etc..

Vamos começar então com alguma dicas:

 

Faço um cruzeiro marítimo ou me hospedo num resort?

No Brasil houve muita discussão se os cruzeiros marítimos “roubavam” público dos resorts ou não. No entanto, várias pesquisas realizadas com passageiros de cruzeiros constataram que o resort não foi cogitado por eles. Veja o percentual dos que não substituiriam a viagem de cruzeiro por estadia em resort no fim.
Os cruzeiros marítimos normalmente levam vantagem em relação à hospedagem em resorts por apresentarem valor final de compra menor. Algumas vezes também os serviços tem mais qualidade.
 Um cruzeiros de uma semana pela costa brasileira em geral custa menos que o mesmo período em um resort do Nordeste, por exemplo, e com a mesma qualidade de serviços ou superior.
 Agora a grande vantagem de um cruzeiro sobre a hospedagem em um resort é que o passageiro conhece mais destinos, sem precisar fazer malas e check-ins e outs várias vezes.
 Por fim os cruzeiros apresentam muito mais opções de restaurantes e entretenimentos que os resorts.
[caption id="attachment_93" align="aligncenter" width="300"]Percentual  dos que não trocariam  um cruzeiro por estadia em resort Percentual dos que não trocariam um cruzeiro por estadia em resort[/caption]

O perfil dos clientes de cruzeiro marítimos

Ao planejar um cruzeiro marítimo você irá interagir com centenas de pessoas. É importante você ter uma noção prévia de quem serão elas. Para fornecer tal informação vamos utilizar os dados coletados no ESTUDO CLIA ABREMAR FGV 2013/2014, o mais recente disponível.  Na temporada 2013/2014, estiveram na costa brasileira 11 navios, os quais transportaram 596.532 passageiros, sendo 483.191 brasileiros (ou seja, 81% do total de passageiros) e 113.341 estrangeiros (19%). O fator predominante para a decisão de embarcar em um cruzeiro marítimo é a experiência de viajar em um transatlântico; no entanto, o data e o período da viagem também tem influência na decisão, além dos destinos que o navio irá. Cerca de 63,4% dos passageiros estavam fazendo seu primeiro cruzeiro. E dos que viajaram, 84,6% desejam fazer novamente um cruzeiro marítimo.

A grande vantagem dos cruzeiros marítimos

Muitas pessoas dizem que tirar férias e ficar em casa não representa descansar porque diversas obrigações  cotidianas surgem e consomem o tempo das férias. Para elas viajar representa uma opção de renovação, de arejar a mente, aprender coisas novas, etc.

Como os cruzeiros marítimos apresentam ao mesmo tempo e de forma muito conveniente, a possibilidade de turismo, hospedagem, transporte, alimentação e entretenimento, tornam-se opções muitos atraentes. Tudo em um lugar é dos maiores atrativos de venda e de satisfação dos clientes.

Todas as operadoras de cruzeiros marítimos buscam surpreender com a qualidade dos serviços para que ela supere a expectativa inicial quando da aquisição da viagem.

No entanto, não devemos nos esquecer que existem diversos tipos de cruzeiros: só para jovens, só para famílias, que não aceitam crianças, os cruzeiros super econômicos e os de alto padrão, com possibilidade de dar a volta ao mundo.

Hoje, grande partes das operadoras de cruzeiro marítimos no Brasil oferece todas ou a maior parte das comodidades abaixo – mas vale a pena pesquisar antes de tomar a decisão:

  • Horários flexíveis para as refeições;
  • Infra-estrutura para crianças;
  • Cardápios distintos;
  • Estrutura de fitness;
  • Spas;
  • Gratuidade para o terceiro ou quarto passageiro na mesma cabine
  • Descontos para ex-passageiros;
  • Descontos para compras antecipadas;
  • Pagamento parcelado do cruzeiro e das despesas a bordo;
  • Uso de trajes mais informais em eventos e jantares;
  • All inclusive, com bebida incluída no cruzeiro;

Programas de fidelidade dos cruzeiros marítimos

Além de ser possível comprar um cruzeiro marítimo utilizando as suas milhas do seu cartão de crédito, muitas companhias oferecem programas de fidelidade para viajantes assíduos.

Ao contrário das companhias aéreas, as de cruzeiro não permitem o resgate de cruzeiros grátis mas a medida que você for acumulando pontos (milhas) mas descontos consegue obter ou, então, cortesias a bordo.

Não se esqueça de verifica, antes de viajar, se a companhia de cruzeiro que você escolheu oferece algum programa de fidelidade. Depois pode ser muito difícil ou mesmo impossível aproveitar essas milhas

As cabines dos navios de cruzeiro marítimo

Embora a maior parte dos navios de cruzeiros ofereçam muitos entretenimentos, mesmo assim você vai ficar um tempo razoável na cabine. Assim vale a pena pesquisar antes de escolher a sua. Vamos dar várias dicas para ajudá-lo.

Tal como em um hotel, um navio de cruzeiro apresenta diferentes tipos de “quartos” (em um navio são chamados de cabines): standard, luxo, suíte, cabine externas, com vista para o mar e/ ou com varandas e cabines internas, sem vista para o mar.

Grosso modo, as cabines internas são as mais baratas. Não possuem janela ou escotilha para o mar. Seu tamanho costuma ser o mesmo das externas do tipo standard.

Não fique preocupado em não ter vista para o mar nas cabines internas: nas cabines externas, sem varanda, embora você possa vê-lo, não pode abrir as janelas/ escotilhas.

O que não levar ao fazer um cruzeiro marítimo

Os itens abaixo não são permitidos pela grande maioria das empresas de cruzeiro:

  • Qualquer um que emita calor ou produza chamas: ferros de passar, velas, incensos, etc.;
  • Alimentos e bebidas, alcoólicas ou não;
  • Drogas e substâncias ilegais;
  • Armas, facas, explosivos, etc.

As temporadas de cruzeiros marítimos

Construir e operar um navio de cruzeiro requer investimento elevado e tem um alto custo fixo. Assim as empresas de cruzeiros precisam que seus navios operem a maior parte do ano.

Como existem estações do ano que são mais propícias – e lucrativas - para os cruzeiros, é comum que as empresas desloquem seus navios para outros continentes, conforme a época do ano. Esse deslocamento dá origem às chamadas temporadas de cruzeiros: épocas em que são ofertados cruzeiros em um país, região ou continente.

No caso brasileiro, a temporada de cruzeiros vai de outubro-novembro até abril-maio. Já a europeia inicia-se em março-abril a outubro-novembro. No Caribe, devido a pouca mudança climática entre as estações, ela acontece ao longo do ano salvo pequenas interrupções por furacões e outros eventos semelhantes.

Cruzeiros para a Antártida apenas estão disponíveis nos meses de verão.

No Mediterrâneo os cruzeiros acontecem durante a primavera e o verão europeu.

E no Caribe, durante quase o ano todo é possível encontrar cruzeiros. Apenas não ocorrem durante as épocas de furacões e tempestades – em geral de junho a novembro.

Evite cruzeiros pela Europa ou Estados Unidos no mês de agosto, que coincide com as férias locais. Além de preços altos, ficará bem mais difícil de deslocar nas cidades turísticas das escalas.

Para não cair em furada ao escolher um cruzeiro marítimo

Já tivemos oportunidade de repetir que pesquisar é fundamental antes de decidir-se por um determinado cruzeiro. Mas alguma dicas para os marinheiros de primeira viagem podem ajudar bastante:

O porte dos navios que fazem cruzeiros marítimos - importância de conhecer

Porque é importante conhecer o tamanho do navio de cruzeiro ?

Porque, embora não seja uma regra geral, os navios de grande porte tem uma infraestrutura maior e contam com mais opções de lazer. Por outro lado a interação entre os passageiros tende a ser menor.

Já os navios menos transportam menos passageiros e tem uma infraestrutura menor. Para compensar, procuram investir na qualidade dos serviços prestados como, por exemplo, melhores restaurantes e cabines mais espaçosas. Em geral são utilizados por companhias de cruzeiros mais luxuosas.

Outro aspecto a ser levado em consideração é que os navios de grande porte costumam oferecer preços menores. Para cobrir seus custos eles precisam de mais passageiros e costumam dar descontos para atingir uma ocupação mínima.

Taxas portuárias e de serviço nos cruzeiros marítimos

As taxas portuárias são obrigatórias - e caras no Brasil - e a maioria das companhias costuma cobrá-las na compra do cruzeiro. O valor variará conforme a quantidade de escalas e permanência nos portos. Tal taxa é semelhante à taxa de embarque, que pagamos ao comprar uma passagem aérea.

Já a taxa de serviço tem valor que varia de navio para navio. Na média seu preço fica entre US$ 6 e 15 por pessoa, por dia de cruzeiro. No Brasil costuma ser cobrada na compra do cruzeiro.

O que levar em conta antes de decidir por um cruzeiro marítimo

Na maior parte das viagens, caso a hospedagem do destino não seja adequada, ainda temos a opção de escolher outra, embora possa não ser barato. Mas isso não ocorre em um cruzeiro – simplesmente não dá para saltar no meio do mar. Por isso, pesquise bem antes de escolher um.

 Em geral, uma semana em um cruzeiro, independente do tipo, custa menos que uma semana em um hotel ou resort da mesma categoria e inclui todas as refeições e entretenimento. Nos cruzeiros all-inclusive, as bebidas a bordo também estão incluídas.

 Por outro lado, os cruzeiros all-inclusive, pelo fato de já incluírem tudo no custo pago anteriormente, podem parecer muito atrativos mas deve-se levar em conta que costumam oferecer produtos de qualidade inferior tanto nos restaurantes quanto nos bares a bordo.

O que esperar de um cruzeiro marítimo

Que muitas das propagandas de cruzeiros marítimos são espetaculares não resta dúvida. Mas elas são realmente realidade?

 Depende... Do que você espera e de como encontrou seu cruzeiro!

 Para você entender melhor as palavras acima, nada melhor do que as palavras de Mari Campos, autora do excelente livro Pequeno Livro de cruzeiros:

CLIA – Cruise Line International Association

Maior associação internacional de empresas de cruzeiro marítimo, não tem fins lucrativos e busca representar os interesses de 26 empresas (quantidade em 2015) de cruzeiros marítimo através de treinamento de agentes de viagem, pesquisa e marketing para promover o segmento de cruzeiros marítimos no mercado mundial.

A CLIA também participa dos comitês de regulamentação e desenvolvimento para a indústria de cruzeiros com atuação nos campos de segurança, manutenção e meio ambiente e participa de programas que atuam em estratégias importantes da indústria de cruzeiros e portos.

Acesse o site da CLIA

Documentação para embarcar em um cruzeiro marítimo

Prestar atenção a qual documentos você precisar levar antes de fazer um cruzeiro marítimo pode evitar muitos dissabores, inclusive o de perder a viagem!

E, por incrível que pareça, não esqueça de levar o voucher da companhia.!

Veja a lista de documentos abaixo, conforme o destino do cruzeiro:

Dicas ao embarcar para um cruzeiro marítimo

Objetos frágeis ou de valor elevado, como joias, câmaras fotográficas, notebooks, tablets, documentos de identificação, etc.. devem ser transportados pelo passageiro como bagagem de mão. As cabines possuem cofres. Dessa forma, tal como nos hotéis, nenhum navio se responsabiliza por dinheiro e objetos deixados no quarto. Por isso, utilize-os. Apenas nos navios mais antigos os cofres ficam na recepção e não nas cabines.

Um navio leva em torno de 3.000 malas. Para evitar extravios, identifique a sua mala com seu nome, navio, telefone e endereço. Dirija-se ao setor de bagagem para deixar as suas malas.

Se a companhia de cruzeiro marítimo oferecer check-in online, faça-o para economizar tempo no terminal de embarque.

Embarque e desembarque nos cruzeiros marítimos

Procure chegar cedo ao porto de embarque, principalmente se for no Brasil. No nosso país poucos portos são adequados para operar com navios de cruzeiros. Em Santos, por exemplo, o porto que mais recebe navios de cruzeiro no Brasil, é comum esperar-se horas antes de fazer check-in.

Um horário adequado para chegar ao porto é por volta das 11 da manhã.

 

O custo dos cruzeiros marítimos

Os principais custos envolvidos em um cruzeiro marítimo são a taxa portuária, a taxa de serviços e o combustível.

No Brasil a operação nos portos infelizmente é cara e ineficiente. Um navio paga muito mais caro para parar em um porto em nosso país do que na maioria dos outros países do mundo. É claro esse custo é repassado aos passageiros do cruzeiro através da taxa portuária, em geral cobrada no ato da compra do cruzeiro.

Outra taxa cobrada dos passageiros, quase sempre também no ato da compra do cruzeiro é a taxa de serviço, que varia de navio para navio mais costuma ficar entre US$ 6 e 15 por pessoa, por dia.

Em alguns navios o custo de combustível pode chegar próximo de US$ 100,00 por dia por passageiro.

Em 2008 diversas empresas implementaram e depois retiraram o adicional de taxa de combustível. No Brasil a maioria das empresas optou por incluir esse adicional na própria tarifa, com exceção da Royal Caribbean, que a apresentou como taxa.

Entretenimento em cruzeiros marítimos

Os serviços oferecidos a bordo de navios de cruzeiro têm aumentado com o passar dos anos. Se antes era um luxo ter aparelhos de TV nas cabines, hoje é comum ter verdadeiras centrais de entretenimento e serviços à disposição através das tvs digitais das cabines.

Através de sua tv o hóspede pode ter acesso a uma grande quantidade de canais gratuitos, consultar o descritivo de sua conta de despesa, consultar informações sobre o navio e horários a bordo.

Serviço de despertar, acesso à internet, programação diária do navio, informações sobre os destinos a serem visitados durante o roteiro do cruzeiro são comuns nos navios de cruzeiro.

Hoje mais e mais são oferecidos serviços de quarto, agendamento de excursões, spa e salão de beleza.

A grande variedade de serviços e comodidades oferecidos tem a intenção principal de evitar que os passageiros fiquem nas cabines, para que eles participem da programação do navio, é claro consumindo e aumentado as receitas do navio de cruzeiro.

As refeições em um cruzeiro marítimo

 Um dos aspectos que mais sofreu alterações nos cruzeiros marítimos recentemente foram as refeições para atender as novas demandas dos passageiros: alimentações mais bem balanceadas, saudáveis, uma maior variedade de pratos e mais informalidade nos trajes.

Se antes todos os navios tinham o chamado buffet de meia noite, com fartura de alimentos e muito desperdício, hoje procura-se oferecer mais opções e flexibilidade aos passageiros. Também está ocorrendo uma tendência de maior informalidade como opção para os que não querem usar black tie. Há uma maior variedade de restaurantes, desde um restaurante japonês a uma pizzaria 24 horas, com grande flexibilidade de horários.

Apesar do número maior de opções, ainda é necessário optar, sobretudo em navios maiores, quando se está fazendo a reserva, pelo primeiro turno do jantar (normalmente entre 19h30 às 22 horas) ou pelo segundo (22h15 à meia noite). A diferença é que quem opta pelo primeiro turno assiste ao espetáculo depois do jantar e quem opta pelo segundo, antes.

Mesas e horários predeterminados para os passageiros no jantar dos cruzeiros

Faça um tour virtual no Allure of The Seas da Royal Caribbean, maior navio de cruzeiro do mundo

O Allure of the Seas simplesmente é um colosso: com 225.282 toneladas, capacidade para 6.318 passageiros é o maior navio de cruzeiro do mundo. O navio é dividido em sete espaços distintos com destaque para o Central Park, um verdade “jardim” com árvores dentro de um navio de cruzeiro. Outras atrações são lojas e estabelecimentos como Guess, Romero Britto, Starbucks, Samba Grill Churrascaria Brasileira etc., exibição de filmes 3D, parede de escalada, simuladores de surf. Embora no Allure os the Seas tudo seja “mega”, conhecer o navio permite ter uma boa noção de como são os ambientes de um navio de cruzeiro, especialmente para os passageiros de primeira viagem. Aproveite o tour:

O custo dos cruzeiros marítimos

Os principais custos envolvidos em um cruzeiro marítimo são a taxa portuária, a taxa de serviços e o combustível.

No Brasil a operação nos portos infelizmente é cara e ineficiente. Um navio paga muito mais caro para parar em um porto em nosso país do que na maioria dos outros países do mundo. É claro esse custo é repassado aos passageiros do cruzeiro através da taxa portuária, em geral cobrada no ato da compra do cruzeiro.

Outra taxa cobrada dos passageiros, quase sempre também no ato da compra do cruzeiro é a taxa de serviço, que varia de navio para navio mais costuma ficar entre US$ 6 e 15 por pessoa, por dia.

Em alguns navios o custo de combustível pode chegar próximo de US$ 100,00 por dia por passageiro.

Em 2008 diversas empresas implementaram e depois retiraram o adicional de taxa de combustível. No Brasil a maioria das empresas optou por incluir esse adicional na própria tarifa, com exceção da Royal Caribbean, que a apresentou como taxa.

O preço é um bom indicador da qualidade de um cruzeiro marítimo?

O preço faz parte do posicionamento de cada empresa de cruzeiro mas não dá para ter certeza que o de menor preço não seja tão bom quanto o de maior preço.

Assim é necessário analisar cada oferta de cruzeiro marítimo antes de se decidir.

Um exemplo da importância de fazer essa análise antes de se decidir é a Island Cruise com seus cruzeiros temáticos exclusivos para jovens ou para públicos determinados como o Freedom Cruise, primeiro cruzeiro totalmente GLS para o público brasileiro. Os preços de tais cruzeiros sobem conforme a procura e em muitos casos podem chegar ao dobro do preço inicial e muitas vezes são maiores do que o preço de outras empresas com navios mais novos e com mais atrativos a bordo.

Já outras empresas estabelecem seus preços e os mantém independente da ocupação apresentada, inclusive fazendo promoções para aumentar as vendas.

Ou seja, o preço cobrado não é um bom indicador da qualidade de um cruzeiro marítimo.

Uma regra, longe de ser geral, mas que pode ser usada como um ponto de partida para analisar o cruzeiro mais adequado ao seu perfil é que os maiores navios costumam oferecer opções mais variadas de entretenimento e lazer; no entanto, como há muitos passageiros diminui a interação entre eles. Já os pequenos navios de cruzeiro oferecem menos entretenimentos mais costuma valorizar mais o serviço e as escalas.

Cruzeiros marítimos: um pouco de história

Os navios são utilizados a milhares de anos para o transporte de mercadorias e pessoas. Até 1920 não existia uma maior preocupação de que as pessoas se sentissem confortáveis nas viagens. Os navios eram, basicamente, para deslocamento entre Europa e América com dois públicos distintos: os imigrantes, na classe econômica e os imigrantes e comerciantes ricos na primeira.
A bordo haviam diferenças conforme a classe social dos passageiros: os mais abastados viajavam com algum luxo em suas cabines, restaurantes e bares que só eles podiam frequentar enquanto os passageiros de classe econômica não podiam circular por todo o navio e dividam cabines, na prática dormitórios, com banheiros no corredor.
Essa pouca preocupação com o prazer dos passageiros começa a mudar em 1923 quando a American Express organizou o Millionaire Cruise: neste cruzeiro uma suíte poderia custar cerca de 25.000 dólares (em valor atual 250.000 dólares). Este pode ser considerado o primeiro cruzeiro temático onde a ideia vendida ao público alvo era estar entre os milionários.
Também nos anos 20 começa a ser considerado uma demonstração de sucesso entre os ricos dos Estados Unidos e da Europa fazer longas viagens marítimas para conhecer o novo e o velho continente. Era o Tour da Europa. Os ricos, nessas viagens, dividiam o navio com os imigrantes.
Outro incentivador dos cruzeiros marítimos nessa mesma época foi a Lei Seca americana: o público que queria festejar e beber sem o perigo de ser preso embarcava nos primeiros cruzeiros de festa, que faziam a rota entre Estados Unidos e Canadá.
O Caribe começa a aparecer como opção para os cruzeiros mas os navios ainda não estavam adaptados ao clima tropical: sem ar condicionado a bordo, tais cruzeiros não eram considerados agradáveis por muitos.
Tais características dos cruzeiros foram mantidas até a II Guerra Mundial. Após a guerra a indústria de cruzeiros continua a operar com antigos navios que iam sendo reformados e adaptados às novas exigências do público. O ar condicionado, por exemplo, só começou a ser disseminados nos navios nessa época.

O transporte aéreo e a mudança nos cruzeiros marítimos

Após a guerra, a partir dos anos 50, com a crescente utilização do avião para o transporte de pessoas, praticamente eliminado o navio como meio de transporte de passageiros em viagens de longas distâncias, a indústria de cruzeiros marítimos teve de se reinventar: são lançados grandes navios de entretenimento e viagens de lazer, como conhecemos hoje.

Os cruzeiros marítimos no Brasil

A transformação de navios de transporte de passageiros para entretenimento e viagens de lazer ocorrer somente a partir da década de 60 no Brasil.
Um dos marcos, no Brasil, foi a Agaxtour Turismo que, com frequência, fretava navios para oferecer a experiência dos cruzeiros marítimos para um público exclusivamente brasileiro.
A Agaxtour ainda hoje é uma das maiores distribuidoras de cruzeiros marítimos do Brasil mas as empresas de cruzeiro passaram a atuar com mais presença, abrindo escritórios próprios no país e trabalhando mais próximas das agências de viagens

Cruzeiros marítimos: um pouco de história

Os navios são utilizados a milhares de anos para o transporte de mercadorias e pessoas. Até 1920 não existia uma maior preocupação de que as pessoas se sentissem confortáveis nas viagens. Os navios eram, basicamente, para deslocamento entre Europa e América com dois públicos distintos: os imigrantes, na classe econômica e os imigrantes e comerciantes ricos na primeira.
A bordo haviam diferenças conforme a classe social dos passageiros: os mais abastados viajavam com algum luxo em suas cabines, restaurantes e bares que só eles podiam frequentar enquanto os passageiros de classe econômica não podiam circular por todo o navio e dividam cabines, na prática dormitórios, com banheiros no corredor.
Essa pouca preocupação com o prazer dos passageiros começa a mudar em 1923 quando a American Express organizou o Millionaire Cruise: neste cruzeiro uma suíte poderia custar cerca de 25.000 dólares (em valor atual 250.000 dólares). Este pode ser considerado o primeiro cruzeiro temático onde a ideia vendida ao público alvo era estar entre os milionários.
Também nos anos 20 começa a ser considerado uma demonstração de sucesso entre os ricos dos Estados Unidos e da Europa fazer longas viagens marítimas para conhecer o novo e o velho continente. Era o Tour da Europa. Os ricos, nessas viagens, dividiam o navio com os imigrantes.
Outro incentivador dos cruzeiros marítimos nessa mesma época foi a Lei Seca americana: o público que queria festejar e beber sem o perigo de ser preso embarcava nos primeiros cruzeiros de festa, que faziam a rota entre Estados Unidos e Canadá.
O Caribe começa a aparecer como opção para os cruzeiros mas os navios ainda não estavam adaptados ao clima tropical: sem ar condicionado a bordo, tais cruzeiros não eram considerados agradáveis por muitos.
Tais características dos cruzeiros foram mantidas até a II Guerra Mundial. Após a guerra a indústria de cruzeiros continua a operar com antigos navios que iam sendo reformados e adaptados às novas exigências do público. O ar condicionado, por exemplo, só começou a ser disseminados nos navios nessa época.

O transporte aéreo e a mudança nos cruzeiros marítimos

Após a guerra, a partir dos anos 50, com a crescente utilização do avião para o transporte de pessoas, praticamente eliminado o navio como meio de transporte de passageiros em viagens de longas distâncias, a indústria de cruzeiros marítimos teve de se reinventar: são lançados grandes navios de entretenimento e viagens de lazer, como conhecemos hoje.

Os cruzeiros marítimos no Brasil

A transformação de navios de transporte de passageiros para entretenimento e viagens de lazer ocorrer somente a partir da década de 60 no Brasil.
Um dos marcos, no Brasil, foi a Agaxtour Turismo que, com frequência, fretava navios para oferecer a experiência dos cruzeiros marítimos para um público exclusivamente brasileiro.
A Agaxtour ainda hoje é uma das maiores distribuidoras de cruzeiros marítimos do Brasil mas as empresas de cruzeiro passaram a atuar com mais presença, abrindo escritórios próprios no país e trabalhando mais próximas das agências de viagens

Cruzeiros marítimos: um pouco de história

Os navios são utilizados a milhares de anos para o transporte de mercadorias e pessoas. Até 1920 não existia uma maior preocupação de que as pessoas se sentissem confortáveis nas viagens. Os navios eram, basicamente, para deslocamento entre Europa e América com dois públicos distintos: os imigrantes, na classe econômica e os imigrantes e comerciantes ricos na primeira.
A bordo haviam diferenças conforme a classe social dos passageiros: os mais abastados viajavam com algum luxo em suas cabines, restaurantes e bares que só eles podiam frequentar enquanto os passageiros de classe econômica não podiam circular por todo o navio e dividam cabines, na prática dormitórios, com banheiros no corredor.
Essa pouca preocupação com o prazer dos passageiros começa a mudar em 1923 quando a American Express organizou o Millionaire Cruise: neste cruzeiro uma suíte poderia custar cerca de 25.000 dólares (em valor atual 250.000 dólares). Este pode ser considerado o primeiro cruzeiro temático onde a ideia vendida ao público alvo era estar entre os milionários.
Também nos anos 20 começa a ser considerado uma demonstração de sucesso entre os ricos dos Estados Unidos e da Europa fazer longas viagens marítimas para conhecer o novo e o velho continente. Era o Tour da Europa. Os ricos, nessas viagens, dividiam o navio com os imigrantes.
Outro incentivador dos cruzeiros marítimos nessa mesma época foi a Lei Seca americana: o público que queria festejar e beber sem o perigo de ser preso embarcava nos primeiros cruzeiros de festa, que faziam a rota entre Estados Unidos e Canadá.
O Caribe começa a aparecer como opção para os cruzeiros mas os navios ainda não estavam adaptados ao clima tropical: sem ar condicionado a bordo, tais cruzeiros não eram considerados agradáveis por muitos.
Tais características dos cruzeiros foram mantidas até a II Guerra Mundial. Após a guerra a indústria de cruzeiros continua a operar com antigos navios que iam sendo reformados e adaptados às novas exigências do público. O ar condicionado, por exemplo, só começou a ser disseminados nos navios nessa época.

O transporte aéreo e a mudança nos cruzeiros marítimos

Após a guerra, a partir dos anos 50, com a crescente utilização do avião para o transporte de pessoas, praticamente eliminado o navio como meio de transporte de passageiros em viagens de longas distâncias, a indústria de cruzeiros marítimos teve de se reinventar: são lançados grandes navios de entretenimento e viagens de lazer, como conhecemos hoje.

Os cruzeiros marítimos no Brasil

A transformação de navios de transporte de passageiros para entretenimento e viagens de lazer ocorrer somente a partir da década de 60 no Brasil.
Um dos marcos, no Brasil, foi a Agaxtour Turismo que, com frequência, fretava navios para oferecer a experiência dos cruzeiros marítimos para um público exclusivamente brasileiro.
A Agaxtour ainda hoje é uma das maiores distribuidoras de cruzeiros marítimos do Brasil mas as empresas de cruzeiro passaram a atuar com mais presença, abrindo escritórios próprios no país e trabalhando mais próximas das agências de viagens

As instalações dos navios de cruzeiro

É comum que as pessoas embarcando em seu primeiro cruzeiro assombrem-se com as dimensões dos navios. Muitas chegam, inclusive, a se perder nos primeiros dias de viagem. Para facilitar a vida dos passageiros grande parte das companhias fornece ou um cartão ou um folheto com a vista explodida dos deques e as principais instalações (restaurantes, teatros, piscinas, etc.). Fora isso, perto dos elevadores sempre existem mapas do navio e são encontradas muitas placas de informações ao longo dos corredores. Procure dar uma volta no navio logo após o embarque para se familiarizar com as instalações. Algumas companhias oferecem tours guiados.

Os tipos de cruzeiros marítimos

Podemos dividir os cruzeiros marítimos em tradicionais, de exploração, travessias, all-inclusive, super all-inclusive e temáticos: